quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Qualificar e não, quantificar!

A qualificação profissional criativa, ainda é muito amadora!
Tempos atrás, um artista era intitulado e rotulado de "sem sorte", "quebra galho", vagabundo, alternativo, sem visão, sem aptidão e etc, etc.
Hoje, isso está mudando, a economia criativa cresce cada vez mais e tornou-se escambo de muitas situações. Passou a ser renda de muitas pessoas graduadas de diversas áreas, que não conseguem qualificação ou pessoas que encontraram na arte a forma mais gentil de viver a vida! 
O que eu, de fato, acredito!
Porém, essa reflexão, não se trata da visão poética de ninguém e sim do registro de uma nova era econômica! Uma era de pessoas que estão desacelerando por conta de crises de pânico ou depressão, instabilidade financeira e a busca pelo sustento de forma ordenada e confortável.
Definitivamente a economia criativa vem com força total aliada a tecnologia e às crises econômicas.
Arrisco dizer que aquilo que incomodou várias gerações como infrutífera e fútil, é a nova base da pirâmide sócio econômica! 

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